quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Diversidade: O paradigma do novo milênio

As diferenças (ideologicas, culturais, étnicas, entre outras) têm sido gradativamente assimiladas nas relações entre pessoas. Mas esse ainda é um processo complexo, que esbarra em atitudes de preconceito e de intolerância entre os homens, as quais foram arraigadas ao longo de muitos anos. A não aceitação das diferenças de credo, raça, cultura, de orientação sexual, condição física ou intelectual, infelizmente tem condenado muitos grupos de pessoas a marginalização social.
Na sociedade em que vivemos onde a questão da normalidade é definida por um padrão médio de uma população e segue um modelo estatístico, ou seja, os que desviam da chamada "curva do sino" são uma minoria e a sociedade é feita para uma maioria, seria utopia pensar em uma "sociedade para todos"?
A humanidade tem que começar a refletindo seriamente que nunca fomos iguais, somos e sempre seremos diferentes. Isso é real e natural e a diversidade entre homens é que garante a importância da originalidade de cada um de nós e o respeito a nossa individualidade.
Porém o momento atual parece ser favoravel ao questionamento mais crítico, a fim de superar tais atitudes e preconceitos, fortalecendo os príncípios dos direitos humanos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Páginas